Singularidade Linguística, Humanização e Colonialidade: Formação do Sujeito Indígena Surdo no Brasil
DOI:
10.37618/PARADIGMA.1011-2251.2026.e2026001.id1814Palabras clave:
Educación indígena, Educación inclusiva, Diversidad lingüística, Fundamentos de la educación, Personas indígenas sordasResumen
Contexto: La formación del sujeto indígena sordo en Brasil es un desafío cuya comprensión exige situarla en el ámbito teórico y empírico, desde perspectivas históricas, filosóficas y culturales que evidencian cómo la singularidad lingüística, los procesos de humanización y las dinámicas de colonialidad moldean sus modos de existencia y significación. Objetivo: Este estudio tiene como objetivo comprender cómo los procesos históricos, sociales y culturales influyen en la construcción identitaria y lingüística del indígena sordo en Brasil. Justificación: Se parte del problema de la invisibilización lingüística y cultural de los pueblos indígenas sordos, históricamente sometidos a procesos de marginación y silenciamiento. Esto justifica la relevancia de esta investigación para el campo de las políticas educativas inclusivas e interculturales. Metodología: Este estudio se basa en una revisión bibliográfica, analítico-interpretativa, fundamentada en el método histórico-social. Analiza producciones académicas sobre pueblos indígenas sordos, Lenguas de Señas Indígenas (LSI) y Libras, articuladas con referentes clásicos de la filosofía moderna y contemporánea. Resultados: Los resultados indican que la formación del indígena sordo se configura como un espacio de tensiones entre colonialidad y emancipación, en el que la educación bilingüe e intercultural emerge como un elemento central para valorar sus identidades y saberes. Reflexiones Generales: El análisis evidencia que dichas identidades han sido históricamente marcadas por procesos de colonización, imposición cultural y exclusión educativa, al tiempo que se constituyen en espacios de resistencia, negociación intercultural y reivindicación de derechos lingüísticos. Así, se concluye que el reconocimiento de las Lenguas de Señas Indígenas y la revisión de currículos y prácticas pedagógicas son fundamentales para promover procesos de inclusión y humanización. Prospectiva: Se recomienda que futuras investigaciones aborden la documentación y sistematización de las Lenguas de Señas Indígenas, así como el desarrollo de estrategias pedagógicas que reconozcan y valoren las especificidades culturales y lingüísticas de los pueblos indígenas sordos.Descargas
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